Após ser alvo de operação da Polícia Federal, Fábio Tyrone afirma ser vítima de perseguição

Candidato a deputado

A Polícia Federal deflagrou, na quarta-feira (30), a Operação Lastro, destinada a apurar possível utilização de recursos de pessoa jurídica no financiamento irregular de campanha eleitoral, inclusive despesas não declaradas, além de possíveis crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. A ação teve a participação da Controladoria Geral da União (CGU).


Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Sousa, Sertão paraibano. Também foi determinado judicialmente o bloqueio de ativos financeiros no valor de até R$ 9 milhões de uma empresa ligada ao ex-prefeito. Agentes e viaturas da Polícia Federal foram vistos em frente a residência de Fábio Tyrone Braga (PSB), candidato a deputado federal e em outros endereços na cidade. Funcionários da Prefeitura de Sousa também teriam sido alvos das diligências.

Na terça-feira (28), durante diligência relacionada à investigação, foram apreendidos aproximadamente R$ 380 mil em espécie, e dois suspeitos foram presos em flagrante. O material arrecadado será analisado para esclarecer as circunstâncias das movimentações e a participação dos envolvidos.

O ex-prefeito de Sousa e candidato a deputado federal Fábio Tyrone (PSB) se pronunciou sobre a operação da Polícia Federal que teve sua residência como um dos alvos, nesta quarta-feira (30), em Sousa, no Sertão da Paraíba.Local Guides e de cidades

Em vídeo publicado nas redes sociais, Tyrone afirmou que foi “visitado e revistado” pela Polícia Federal e declarou que os agentes teriam procurado documentos, dinheiro e outros materiais, mas, segundo ele, “não encontraram nada”.

O político também afirmou que não foi localizada “nenhuma prova” ou documento irregular durante a diligência. Na sequência, Tyrone classificou a ação como parte de uma série de ataques que, segundo sua versão, teriam como objetivo prejudicar sua pré-campanha/campanha.

A manifestação ocorre após a deflagração da Operação Lastro, conduzida pela PF com participação da CGU. Segundo informações divulgadas pela Polícia Federal, a investigação apura possível utilização de recursos de pessoa jurídica no financiamento irregular de campanha, incluindo despesas não declaradas, além de suspeitas de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Sousa, e houve determinação judicial de bloqueio de ativos financeiros de até R$ 9 milhões.

A PF informou ainda que, em diligência realizada anteriormente, foram apreendidos aproximadamente R$ 380 mil em espécie e duas pessoas foram presas em flagrante. A investigação permanece sob sigilo e os materiais apreendidos ainda serão analisados.

Informações com Levi Dantas

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